sexta-feira, 28 de outubro de 2022

Onde há o Evangelho?


















O Evangelho implica em BOAS NOTÍCIAS,

O que não for novidade,

Que construa,

Que transforme,

Que liberte,

Sem a utilização da força,

Visto que não é por força e nem por violência o convencimento,

Mas através de uma ação maravilhosa da graça de Deus,

Onde não houver Boas Novas,

Não há o Evangelho.

O Evangelho implica em Amor,

E onde houver terror,

Ódio,

Palavras que firam,

Que furam o ser,

Não pode haver o Evangelho.

O Evangelho implica Paz,

E onde houver guerra,

Onde houver dissensão,

Inimizades,

Divisões,

Não pode haver o Evangelho.

O Evangelho implica em Alegria,

Onde houver produção de tristeza,

De infelicidade,

De lágrimas de dores,

Não há o Evangelho.

O Evangelho implica em Benignidade,

Que é a marca de um ser generoso,

Uma característica de alguém ser bom,

E quando há maldade,

Não pode haver o Evangelho.

O Evangelho implica em Bondade,

Que é a capacidade de fazer o bem,

E quando há ações do mal,

Não pode haver o Evangelho.

O Evangelho implica em Longanimidade,

Que é a tranquilidade nas repostas,

A capacidade de recepcionar as ações com paciência,

Jamais rispidez,

Se houver explosividade nas recepções não pode haver o Evangelho.

O Evangelho implica em Mansidão,

Se houver cólera,

Não é o Evangelho.

O Evangelho implica em fidelidade,

Onde houver infidelidade,

Deslealdade,

Não pode haver o Evangelho.

O Evangelho implica em Domínio próprio,

Onde houver descontrole não há o Evangelho.

O Evangelho implica em Cura,

Cura da alma,

Cura do corpo,

Cura do ser,

Onde há doenças no âmago,

No recôndito do coração,

Do interior,

Não há o Evangelho.

O Evangelho é Amparo,

Onde houver julgamentos,

Acusações,

Condenações descabidas,

Onde houver apontamentos,

Aurea falseada de pureza,

Com corações cheios de rancores,

Não há amores,

Não há o Evangelho.

O Evangelho é JESUS,

Se O seguirmos,

Se aprendermos dEle,

Se O imitarmos,

Não há como não viver o Verdadeiro Evangelho.




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terça-feira, 26 de julho de 2022

Precisamos olhar profundo


















O dia a dia nos acarreta olhares em todas as direções,
Numa normalidade da vida.
Se estamos vivos,
Somos seres pensantes,
Temos olhares para todas as direções.
O dia chega,
A tarde,
Noite e Madrugada,
E olhamos,
Verificando encontros,
Olhares,
Pessoas,
Paisagens,
"Selvas de pedras",
E selvageria do dia a dia.
Estamos tão normatizados pelas regras do convívio contemporâneo,
Que é preciso olhar profundo,
Ver o mundo,
Ver pessoas,
Ver as cores,
Ver os pássaros,
Ouvir os cantos,
Clamores dos desencantados,
Dos famintos,
Dos marginalizados,
Apenados pelo destino,
Do mal aprendizado,
Da distância entre o ser e o ter.
Precisamos olhar,
Ouvir,
Sentir,
Chorar,
Sorrir,
Viver as lamúrias,
Sentir as alegrias,
De outrem.
Se estamos vivos...
E estamos,
Precisamos ver o que o olhar ligeiro não identifica,
Mas a visão aguçada modifica,
Interpreta,
Compreende a visão do dia a dia.



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quarta-feira, 2 de fevereiro de 2022

Ponto de vista

 



A depender de para onde os nossos olhos estão sendo dirigidos, e como estão sendo direcionados, e qual o juízo de valor estamos empregando no olhar, poderemos ver muito ou nada.

O olhar precisa de treino. Um simples olhar não percebe detalhes. Um simples olhar não vê as minucias. Um simples olhar só enxerga exatamente o que quer enxergar.

O olhar penetrante, pesquisador, verifica visões de mundo, avalia valores, procura entender as várias facetas do ponto fixo do olhar. Verifica como veem e como está sendo visto.

É preciso escutar para olhar. Nem sempre o que vemos, é realmente o que estamos vendo. Por de traz de cada ponto de vista do olhar, existe uma história, um "porque" de "ser". 

Só e tão somente só, conseguiremos enxergar o verdadeiro, quando entendermos o que fato é real ou ilusório, ou aparente. 

É preciso conhecer se estamos vivendo o "mito da caverna", aprisionado com os nossos preceitos, preconceitos e visão turbada da realidade, ou a visão de sombras, ou se estamos na claridade penetrante nos nossos olhos que tira a possibilidade de ver, ou se conseguimos treinar a saída da caverna e luminosidade da claridade e conseguimos ver o mundo real.

É necessário mesmo ter a certeza de que já passamos pelo Anthropological Blues (Roberto da Matta), e já conseguimos interpretar o exótico do familiar e o familiar do exótico, e se isso já foi identificado no nossa visão, poderemos ver a nitidez da razão.

Há muitos olhares simplificados e há muitos olhares complexos. A depender de como estamos vendo, entenderemos palavras, significados e significações, que por vezes, são tão simples de entender, mas a nossa pretensa preponderância do nosso olhar, não consegue ser condescendente com a visão posta, principalmente a visão do outro.

Fixamos pontos de vistas que na realidade são apenas sombras. Precisamos entender como estamos ouvindo, o que estamos ouvindo, como estamos vendo, o que realmente estamos vendo.

É preciso ver no "profundo". O raso pode não significar absolutamente nada. É preciso aprofundar o olhar e ver. Interpretando cada coisa. Cada palavra. Cada gesto. 

As vezes é preciso deixar essa pretensa relevância do que achamos ser o "certo" e verificar o que realmente quer dizer o "certo". 

É preciso um olhar treinado para entender desafios, conflitos... É preciso entender os olhares. Quais os pontos de vistas.

A busca do verdadeiro olhar é encontrada quando olhamos para a Verdade. E a Verdade é algo profundo, largo, alto, extenso... "E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará" (Jesus).

Quando conhecemos a Verdade, olhamos em todas as direções. Avaliamos todos os ângulos e conseguimos olhar os vários pontos de vistas, compreendendo cada um deles. 




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